Quedas: urnas passam por testes de segurança para o 2º turno

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A quatro dias do segundo turno, as urnas eletrônicas passaram por teste de verificação . Depois de lacrados, os equipamentos só serão ligados no dia da eleição.

Durante a tarde do dia (23), nas dependências do Fórum Eleitoral Des. Fleury Esteves Fernandes, (Cartório Eleitoral), uma auditoria de carga e lacração, para testar as urnas eletrônicas que serão utilizadas na Eleição para o segundo turno.

As urnas foram ligadas e nenhuma apresentou qualquer defeito. Com a presença da Juíza Eleitoral da 163ª Zona Eleitoral que atende Quedas do Iguaçu e Espigão Alto do Iguaçu, Ana Claudia de Lima Cruvinel, e a chefe do Cartório, Jaqueline Andrade, foram sorteadas duas urnas uma de cada município para uma simulação, teste de votação.

De acordo com a Juíza Eleitoral, Ana Claudia de Lima Cruvinel a participação da sociedade durante a auditoria, é muito importante tendo em virtude das notícias falsas. “Muitos Fake News circulam pelas redes sociais sobre a confiabilidade das urnas e a segurança e integridade do sistema eletrônico de votação. A Justiça Eleitoral, é responsável por assegurar a legitimidade do processo eleitoral brasileiro” disse a Juíza.

Urnas eletrônicas:

sistema de votação já é utilizado em 35 países, a lista inclui democracias consolidadas como a da Suíça, do Canadá, da Austrália e dos Estados Unidos, país que adota sistemas eletrônicos em alguns estados

Em todo o mundo, 35 países já utilizam sistemas eletrônicos para captação e apuração de votos. O levantamento é do Instituto Internacional para a Democracia e a Assistência Eleitoral (Idea Internacional), sediado em Estocolmo (Suécia).

Referência

Em funcionamento desde 1996, o sistema tornou-se referência internacional nessa área. Já ocorreram empréstimos de urnas desenvolvidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para vários países, entre eles, a República Dominicana, Costa Rica, o Equador, a Argentina, Guiné-Bissau, o Haiti e México.

TSE e TREs divulgam carta defendendo segurança das urnas eletrônicas

 
A Presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e 27 Tribunais Regionais Eleitorais divulgaram carta hoje (22) em que defendem a segurança das urnas eletrônicas e do sistema de votação. O documento foi divulgado após reunião hoje (22) entre a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, e representante dos tribunais regionais.  Desde o primeiro turno, apoiadores ligados ao candidato Jair Bolsonaro (PSL) disseminam conteúdos colocando em dúvida a lisura do processo eleitoral. O próprio presidenciável defendeu publicamente o voto impresso, declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal. No dia da votação do primeiro turno, vídeos circularam apontando supostas fraudes nas urnas.Na carta, os representantes da Justiça Eleitoral afirmam a “total integridade e confiabilidade das urnas eletrônicas e do modelo brasileiro de votação e de apuração das eleições”. A urna eletrônica, continua o texto, tem oito barreiras físicas e mais de 30 barreiras digitais “que inviabilizam ataques de hackers e a invasão cibernética do voto”.

O documento acrescenta que não existe a possibilidade de um voto iniciado ser completado automaticamente pela urna. No 1º turno, circularam vídeos em que eleitores afirmavam ter tentado votar em um candidato mas a urna teria computado o voto a outro. Alguns foram desmentidos no mesmo dia e outros seguem em apuração pela Justiça Eleitoral.

Auditorias

A carta afirma que outra característica do sistema é a possibilidade de auditagem. Isso inclui a reimpressão do boletim de urna, comparação entre os totais constantes no boletim impresso e no registro eletrônico, análise dos relatórios e verificação de assinatura digital.

Segundo a nota, a Justiça Eleitoral realiza de maneira periódica testes e auditorias “que comprovam e asseguram a transparência e absoluta confiabilidade do voto eletrônico”. Além disso, segue o documento, as auditorias são realizadas em eventos públicos e são abertas a representações das candidaturas, com supervisão do Ministério Público Eleitoral (MPE) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Por fim, a carta “conclama” os cidadãos a respeitar o Estado Democrático de Direito e suas instituições, entre as quais a Justiça Eleitoral, “responsável por assegurar a legitimidade do processo eleitoral brasileiro”.

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